quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Mais uma do terminal!

Olha q tri!

http://tuxvermelho.blogspot.com/2008/08/o-poderoso-e-surpreendente-terminal-em.html

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Copiando arquivos por ssh

scp origem usuario@host:destino

exemplo:

scp /etc/apt/sources.list tiago@8.8.3.155:.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Resolvido erro do VMWare

Em função de uma série de probleminhas e preocupações que não estavam valendo a pena, troquei meu sistema 64bits pelo 32bits, tive que reinstalar o VMWare e na hora de executá-lo me deparei com o seguinte erro:

/usr/lib/vmware/bin/vmware: /usr/lib/vmware/lib/libgcc_s.so.1/libgcc_s.so.1: version `GCC_3.4' not found (required by /usr/lib/libcairo.so.2)
/usr/lib/vmware/bin/vmware: /usr/lib/vmware/lib/libgcc_s.so.1/libgcc_s.so.1: version `GCC_4.2.0' not found (required by /usr/lib/libstdc++.so.6)
/usr/lib/vmware/bin/vmware: /usr/lib/vmware/lib/libgcc_s.so.1/libgcc_s.so.1: version `GCC_3.4' not found (required by /usr/lib/libcairo.so.2)
/usr/lib/vmware/bin/vmware: /usr/lib/vmware/lib/libgcc_s.so.1/libgcc_s.so.1: version `GCC_4.2.0' not found (required by /usr/lib/libstdc++.so.6)
/usr/lib/vmware/bin/vmware: /usr/lib/vmware/lib/libgcc_s.so.1/libgcc_s.so.1: version `GCC_3.4' not found (required by /usr/lib/libcairo.so.2)
/usr/lib/vmware/bin/vmware: /usr/lib/vmware/lib/libgcc_s.so.1/libgcc_s.so.1: version `GCC_4.2.0' not found (required by /usr/lib/libstdc++.so.6)

Pesquisando pelo erro na internet descobri que apagar os seguintes arquivos me ajudaria(um amigo já tinha me falado que deveriam ser apagados dois arquivos mas não lembrava quais). Ta ae o processo estão:

cd /usr/lib/vmware/lib/libgcc_s.so.1
rm libgcc_s.so.1
cd ../libpng12.so.0
rm libpng12.so.0

Depois é só executar a vmware e partir para o abraço:

vmware& (o "&" é para deixar o terminal liberado)

Até a próxima.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Screenshot!

Nem sei como é só o primeiro, adoro um screeshot, nunca vi!

Ae vai....

Meu amsn não conecta...

Bom, percebi pesquisando na internet que o amsn 0.97.2 parou de conectar, ouvi um boato de que o responsável pelo serviço fez algumas modificações no protocolo ou até mesmo o substituiu. Descobri no fórum do ubuntu que instalando a versão posterior funcionaria blz, com a ajuda do kra que coordena meu treinamento funcionou.

Vamos lá:

Como a versão que parou de conectar é a estável, teremos de compilar a que está em desenvolvimento:

Baixe e descompacte o arquivo svn do site do projeto amsn;

A linha de comando abaixo instala o que é preciso para rodar o amsn de maneira satisfatória:

#apt-get install build-essential tk8.5-dev libpng-dev libjpeg-dev

Trocar a versão do tcl que por padrão vem 8.4 para 8.5

#update-alternatives --config tclsh

Espero que tu veja a seguinte tela:

********************************************************************
tiago@tiago:~$ sudo update-alternatives --config tclsh

Existem 3 alternativas que fornecem `tclsh'.

Seleção Alternativa
-----------------------------------------------
1 /usr/bin/tclsh8.4
+ 2 /usr/bin/tclsh-default
* 3 /usr/bin/tclsh8.5

Pressione enter para manter o padrão[*] ou digite o número da seleção:
*********************************************************************

Escolha a opção 8.5, no meu caso o número 3.

O wish tem que ser o 8.5 tb, então vamos verificar:

#update-alternatives --config wish

No meu caso não tinha outra versão do wish como opção, então, o comando update-alternatives que serve para escolher entre opções de versão não tem função nesse caso, observe abaixo:

********************************************************
tiago@tiago:~$ sudo update-alternatives --config wish

Existe somente 1 programa que fornece wish
(/usr/bin/wish8.5). Nada a ser configurado.
tiago@tiago:~$
********************************************************

Dentro da pasta do amsn que vc descompactou digite:

./configure - (com tds pacotes que já sugeri, para mim, foi o suficiente, caso o processo não termine com êxito, observe as msgs de erro e tente interpretar o que está faltando. Algumas pessoas levam anos para assimilar este hábito)

Terminado o ./configure execute o make:

make (mesmas recomendações do ./configure)

Se deu tudo certo é só rodar o executável do amsn que está dentro da pasta descompactada:

./amsn

Para fazer um atalho para o novo amsn aponte para este executável.

Como o outro amsn que vc tinha provavelmente foi instalado pelo pacote oficial, sugiro removê-lo para limpar o sistema e não ficar com atalhos para a antiga versão.

Para isso rode o seguinte comando:

#apt-get remove amsn --purge

Aqui foi uma mão na roda, agora é só aproveitar as novas funcionalidades da versão em desenvolvimento e não exigir dela o que se espera de uma versão estável, se der pau, tenta dnovo!

;)

Resolução alta!

Pessoal, estava intrigado pq não conseguia definir uma resolução mais alta do que 1024x768 em meu desktop. A aplicação própria para isso do gnome não me dava opção mais alta que 1024x768, ae descobri no fórum ubuntu que se eu instalasse o nvidia-settings talvez conseguisse. Pois é, consegui.

Instala o nvidia-settings:

sudo apt-get install nvidia-settings

depois roda o nvidia-settings como root no terminal, configura o parâmetro resolution em X Server Display Configuration e utiliza a opção de modificar o arquivo de configuração do X inserindo as alterações, isso fará com que na próxima inicialização tudo esteja como o configurado.

T a próxima.

domingo, 10 de agosto de 2008

Pois é...precisei ripar um dvd...

Procurei pela internet e encontrei o seguinte artigo, muito bom:

http://www.tuxresources.org/blog/archives/58

Apagou o usuário principal no ubuntu?

Pois é, eu apaguei, e apanhei para arrumar! Procurei na internet e não encontrei de uma forma clara o que tem que fazer para que um usuário criado após a instalação tenha os mesmos privilégios que o criado durante ela. É assim, sei lá pq comecei a sempre receber uma msg que o meu usuário não era dono do seu próprio /home e que o arquivo .dmrc estava sendo ignorado, dei as devidas permissões e nd, pois bem, achando que ia resolver o problema, apaguei o usuário e criei outro com o mesmo nome, como meu /home antigo não foi deletado o problema continuou, então, deletei o usuário e criei outro com outro nome, foi o início do pequeno pesadelo. Mas é simples para resolver:

Primeiro ativei o root, que não é default no ubuntu, como root abri o arquivo /etc/group e coloquei o nome do meu usuário na frente dos ":"(dois pontos) da linha que dizia admin, olha o exemplo:

admin:x:115:tiagodvaz

Voltou a funcionar.

;)

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Como descobrir os erros?

Um jeito ótimo para detectar erros de execução é abrir os aplicativos via terminal e acompanhar as msgs que são enviadas para o console até o erro. Isso ajuda muito.

Abraços.

Som?

Fui ouvir umas mp3s e nada. E ae?

Primeiro tive que instalar os plugins adequados, procure por gstream bad e instale, depois execute o comando alsamixer, regule conforme a sua vontade, pressione esc para sair e então execute o comando alsactl store para gravar as modificações.

;)

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Adicionar repositórios medibuntu

Para adicionar repositórios medibuntu deve ser importada a chave de segurança pois o repositório é de terceiros. Tu até poderia instalar sem essa chave, porém, não eh seguro!

O procedimento é o seguinte:

sudo apt-get update && sudo apt-get install medibuntu-keyring && sudo apt-get update

Vamos criar uma iso?

Deve ter alguma ferramenta gráfica que crie uma iso, talvez o k3b ou o brasero tenham essas opções. Mas uma coisa é certa, qto menos camadas de software envolvidas, menor é a chance de dar algo errado. Então, saber a linha de comando é muito bom. Ae vai:

mkisofs -J -r -o /destino da iso /ponto de montagem do cd/dvd

Exemplo:

mkisofs -J -r -o /home/tiago/Programas/system_rescue_1.0.1_x86.iso /media/srcd-1.0.1

Até a próxima.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Quer um ip?

Se por algum motivo vc precisa de um ip dentro de uma rede com um servidor DHCP eh soh digitar dhclient. Normalmente isso deve bastar.

PAM - Capítulo 3 – Tradução

Capítulo 3 – Visão geral

Para os leigos, vamos ver um exemplo. Consideraremos uma aplicação que autentica algum serviço para os usuários. Login é um programa desses. Ele faz duas coisas, primeiro, estabelece que o usuário está solicitando autenticação e segundo providencia um shell(bash, tcsh, zsh, etc.) rodando com a identidade do usuário.
Normalmente, o exemplo anterior executa um prompt de comando para a verificação da senha do usuário que uma vez comparada com a cadastrada localmente e comprovada a concordância entre as duas concede ao usuário a identidade requerida. Este processo é a tarefa do Linux-PAM.
Do ponto de vista do desenvolvedor(nesse caso a pessoa que escreveu o programa login), o Linux-PAM cuida da tarefa de verificar a identidade do usuário.
A flexibilidade do Linux-PAM é que você, o administrador do sistema, tem a liberdade de estipular qual método de autenticação será utilizado em uma ou todas aplicações do seu sistema Linux. Isto é, você pode autenticar qualquer coisa através de um método simples(pam_permit) ou até algo tão paranóico como uma varredura de retina, comandos de voz ou uma senha para cada autenticação.
Para ilustrar essa flexibilidade você pode considerar a seguinte situação: O administrador do sistema(pai) pretende aumentar as habilidades matemáticas dos usuários(filhos). Ele pode configurar seus favoritos para uma acerte o número(PAM-aware of course) para serem autenticados com uma multiplicação ramdômica com até 12 dígitos. Claro, que se o jogo é bom eles não acertarão as multiplicações. Conforme eles forem crescendo a autenticação pode passar a ser feita pela divisão entre números mais longos!
O Linux-PAM suporta quatro tipos distindos(gestão) de tarefas, são eles: Gerenciamento de autenticação, contas, sessão e password. Essa associação entre os esquemas de gerenciamento e as aplicações são definidas nos arquivos de configuração do Linux-PAM.
As funções de gerenciamento são desempenhadas por módulos especificados no arquivo de configuração. A sintaxe para este arquivo é discutida na seção a seguir.

Aqui está uma figura que descreve a organização geral do Linux-PAM:

##################################################################################################




##################################################################################################

A fim de explicação, a esquerda da figura está representada a aplicação X que se comunica com as bibliotecas do Linux-PAM e não toma conhecimento das especificidades de seu método de autenticação. A biblioteca do Linux-PAM(no centro) consulta o conteúdo do arquivo de configurações do PAM e carrega os módulos apropriados para a aplicação X. Estes módulos dividem-se em um dos quatro grupos de gestão (inferior-centro) e estão empilhados na ordem em que aparecem no arquivo de configuração. Estes módulos, quando chamados pelo Linux-PAM, executam as diferentes tarefas de autenticação para a aplicação. Informações textuais, exigidas a partir de, ou, oferecidas ao usuário, podem ser trocadas através do uso de uma aplicação suplementar de comunicação.
Se um programa for usar o PAM ele dever possuir as funções do PAM especificadas em seu código fonte. Se você possui acesso ao código fonte, pode adicionar as funçoes apropriadas do PAM. Se você não possui acesso ao código fonte, e os binários não incluem as funções do PAM, não é possível utilizar o PAM.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Listando pacotes do sistema.

Ontem conversava com um amigo sobre listar todos os pacotes instalados no sistema, hj fiz a experiência, pod ser bem útil em algumas situações futuras. Fiz assim:

Cria a lista:
dpkg-query -l > /tmp/pacotes.txt

Visualiza a lista:

cat /tmp/pacotes.txt